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| - Ó minha mãe! Por que no mundo agreste, Rola formosa, abandonaste o ninho? Se as roseiras do Céu não têm espinhos, Quero ir contigo, ó lírio meu celeste! Ah! se soubesses como sofro, e tanto! Leva-me à terra onde não corre o pranto, Leva-me, santa, onde a ventura existe... Aqui na vida - que tamanha mágoa! - O próprio olhar de Deus encheu-se d’água... Ó minha mãe, como este mundo é triste!
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| - Ó minha mãe! Por que no mundo agreste, Rola formosa, abandonaste o ninho? Se as roseiras do Céu não têm espinhos, Quero ir contigo, ó lírio meu celeste! Ah! se soubesses como sofro, e tanto! Leva-me à terra onde não corre o pranto, Leva-me, santa, onde a ventura existe... Aqui na vida - que tamanha mágoa! - O próprio olhar de Deus encheu-se d’água... Ó minha mãe, como este mundo é triste!
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