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| - Não acredito que seja Assim como dizem, não... Ai daquele que deseja Viver sem uma ilusão! Se há noites frias, escuras, Também há noites formosas; Há risos nas amarguras; Entre espinhos nascem rosas. E rosas também cobriram O lenho santo da Cruz, Quando os espinhos cingiram A cabeça de Jesus. Rosas do sangue adorado - Fonte de graça e de fé - Brotando do rosto amado Do Filho de Nazaré. Ó alma triste, chorosa Como uma dália no inverno, Despe da mágoa trevosa O negro cilício eterno! Enquanto vires estrelas Do Céu no imenso sacrário, Na terra flores singelas E uma Cruz sobre o Calvário;
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| - Não acredito que seja Assim como dizem, não... Ai daquele que deseja Viver sem uma ilusão! Se há noites frias, escuras, Também há noites formosas; Há risos nas amarguras; Entre espinhos nascem rosas. E rosas também cobriram O lenho santo da Cruz, Quando os espinhos cingiram A cabeça de Jesus. Rosas do sangue adorado - Fonte de graça e de fé - Brotando do rosto amado Do Filho de Nazaré. Ó alma triste, chorosa Como uma dália no inverno, Despe da mágoa trevosa O negro cilício eterno! Enquanto vires estrelas Do Céu no imenso sacrário, Na terra flores singelas E uma Cruz sobre o Calvário; Enquanto, mansa, pousar A prece nos lábios teus, E souberes murmurar Com as mãos unidas: meu Deus! Não digas que à luz vieste Para chorar e sofrer, E como a plantinha agreste Sonhar um dia e... morrer... Não digas, pobre querida! Mesmo se a dor te magoa; É sempre feliz na vida A alma que é pura e boa.
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