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| - Esverdeado gnomo ou duende tentador, Em teu corpo infiltrou, acaso, um amavio? Foi algum sonho mal, visão cheia de terror, Que assim te magoou o teu olhar macio? Eu quisera que tu, saudável e contente. Só nobres idéias abrigasses na mente, E que o sangue cristão, ritmado, te pulsara Como do silabálirio antigo os sons variados, Onde reinam, o par, os deuses decantados; Febo &mdas; pai das canções, e Pã — senhor da seara!
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| - de Charles Baudelaire e tradução de Delfim Guimarães
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| abstract
| - Esverdeado gnomo ou duende tentador, Em teu corpo infiltrou, acaso, um amavio? Foi algum sonho mal, visão cheia de terror, Que assim te magoou o teu olhar macio? Eu quisera que tu, saudável e contente. Só nobres idéias abrigasses na mente, E que o sangue cristão, ritmado, te pulsara Como do silabálirio antigo os sons variados, Onde reinam, o par, os deuses decantados; Febo &mdas; pai das canções, e Pã — senhor da seara!
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