que Aracne [sou], pois já com Palas teço; que a tigres em meus males me lamento; que reduzir o mar a um vaso intento, aspirando a esse Céu que não mereço. Quero achar paz em um confuso Inferno; na noite, do Sol puro a claridade; e o suave Verão no duro Inverno. Busco em luzente Olimpo escuridade e o desejado bem no mal eterno, buscando amor em vossa crueldade.
que Aracne [sou], pois já com Palas teço; que a tigres em meus males me lamento; que reduzir o mar a um vaso intento, aspirando a esse Céu que não mereço. Quero achar paz em um confuso Inferno; na noite, do Sol puro a claridade; e o suave Verão no duro Inverno. Busco em luzente Olimpo escuridade e o desejado bem no mal eterno, buscando amor em vossa crueldade.