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| - right|thumb|200px|Coaraci, O Sol de Vicente do Rego Monteiro (1921) No idioma nheengatu, o sol é Coaraci, de coá, dia e ci, mãe. A mãe do dia, responsável pela luz diurna. Segundo a classificação do indianista Couto de Magalhães, publicada em O selvagem, Coaraci, também chamado Quaraci, Guaraci, Coraci, Goaraci e Gorazi, é um dos três deuses superiores da teogonia tupi. Representa o sol, criador de todos os seres viventes e o encarregado de dirigir o reino animal. Sob seu comando, respondem diretamente o uirapuru, Jurupari e a Uiara. Sua irmã e esposa é Jaci, a lua.
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| - right|thumb|200px|Coaraci, O Sol de Vicente do Rego Monteiro (1921) No idioma nheengatu, o sol é Coaraci, de coá, dia e ci, mãe. A mãe do dia, responsável pela luz diurna. Segundo a classificação do indianista Couto de Magalhães, publicada em O selvagem, Coaraci, também chamado Quaraci, Guaraci, Coraci, Goaraci e Gorazi, é um dos três deuses superiores da teogonia tupi. Representa o sol, criador de todos os seres viventes e o encarregado de dirigir o reino animal. Sob seu comando, respondem diretamente o uirapuru, Jurupari e a Uiara. Sua irmã e esposa é Jaci, a lua. É preciso observar, no entanto, que esta sistematização proposta por Couto de Magalhães é questionada por diversos autores. Luís da Câmara Cascudo, em seu Dicionário do folclore brasileiro, adverte : "Não há vestígios que fundamentem a existência de um culto astrolátrico entre os indígenas do Brasil. Os indígenas nenhuma devoção possuiam para o sol."
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