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| - Gosta de assistir-lhe ao desenvolvimento Do corpo e da razão, aos seus jogos terríveis; E ver se no seu peito havia o sentimento Que faz nublar de pranto as pupilas sensíveis Percorrer-lhe a vontade as formas gloriosas, Escalar-lhe, febril, as colunas grandiosas; E às vezes, no verão, quando no ardente solo Eu visse deitar, numa quebreira estranha estranha, Dormir serenamente à sombra do seu colo, Como um pequeno burgo ao sopé da montanha!
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| - de Charles Baudelaire e tradução de Delfim Guimarães
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| abstract
| - Gosta de assistir-lhe ao desenvolvimento Do corpo e da razão, aos seus jogos terríveis; E ver se no seu peito havia o sentimento Que faz nublar de pranto as pupilas sensíveis Percorrer-lhe a vontade as formas gloriosas, Escalar-lhe, febril, as colunas grandiosas; E às vezes, no verão, quando no ardente solo Eu visse deitar, numa quebreira estranha estranha, Dormir serenamente à sombra do seu colo, Como um pequeno burgo ao sopé da montanha!
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